Durante um típico feriado em São Paulo, regado de cerveja, amigos e pizza, como de costume a conversa chegou no polêmico assunto: relacionamentos. Sobre esse tema apareceram diversas perspectivas, como homens que não se apegam, mulheres ciumentas e obcecadas pelo casamento, solteirões convictos, o papel da família em meio a isso tudo, a mulher monstro, enfim, as relações amorosas e seus clichês.
Aqui abordaremos duas visões: a do típico relacionamento sonhado pelas mulheres em seus contos de fadas e a desconstrução do conceito de mulher monstro. Acho que todos já conhecem a famosa história da Bela Adormecida. Hipocrisias à parte, o que se esconde por trás do lindo final feliz é a estereotipada imagem da bela mocinha esperando ser beijada pelo príncipe encantado, enquanto isso a mulher monstro caracteriza-se pela frustração de um relacionamento falido que a tornou o terror de todos os homens, ou seja, a mulher baladeira.
Por que monstro? Não, acreditamos que a mulher de hoje não é um fruto de uma escolha errada masculina, aliás, nós temos também o poder de decisão e o nosso conto de fadas é mais do que esperar pelo homem certo, é ter o direito de estar sozinha, ou melhor de querer estar sozinha.
Alguns filmes: O sorriso de Monalisa, As horas, 500 dias com ela, Ele simplesmente não está tão afim de você.
Estamos abertas para mais sugestões sobre o assunto, afinal as idéias são construídas e nunca impostas...
Muitas de nossas colegas buscam desesperadamente seu final feliz e para isso envolvem-se constantemente com homens que não gostam. É claro que também sonhamos com família e uma vida estável, porém nossa prioridade é ser feliz independente de qualquer imposição social. Frequentemente ouvimos reclamações sobre a canalhice masculina, sobre como eles são culpados pela carência delas e como eles nunca nos entendem. Mas é claro, que esse julgamento vem de relacionamentos que não funcionaram, o que precisamos entender é que isso não é a regra e que estar com alguém vai além de um final feliz. Eles acham que não se pode encontrar a mulher ideal na balada, eles a enxergam como a garota que se frustrou e resolveu pegar o que há de "pior" no homem.
Para tudo!!! Como assim de "pior"???Pegar balada, beber, rir, dançar e curtir um momento com alguém é ruim??? Não, se é bom para eles é bom para nós também. Sair com as amigas para beber e falar bobagem é uma conquista nossa e deve ser valorizada e não vista como algo amoral. Aquele papo furado do caranhão e da vagabunda não cola mais, a vulgaridade do ato está nos olhos preconceituosos de quem vê.
Afinal de que adianta escolhermos nossos parceiros se somos vistas como a escolha deles???
Não queremos ser iguais, queremos poder escolher, fazer exatamente aquilo que nos satisfaz sem sofrer com o típico machismo que perdura dos séculos passados.
O importante é deixar essa hipocrisia de lado e sermos felizes, cada um a seu modo, sem PRÉconceitos!!!!!
Alguns filmes: O sorriso de Monalisa, As horas, 500 dias com ela, Ele simplesmente não está tão afim de você.
Estamos abertas para mais sugestões sobre o assunto, afinal as idéias são construídas e nunca impostas...
o filme "ele simplesmente não está tão afim de você" realmente mudou meus conceitos sobre relacionamentos... pra um jeito beeem mais simplificado!!! como diz lá, somos ensinados desde cedo para crescer achando que somos a EXCEÇÃO quando, na verdade, somos a REGRA!!! e, se pensarmos bem, é muito mais fácil e menos doloroso colocar na cabeça que somos a REGRA... pra todo tipo de relacionamento!!! não sei se isso seria uma forma de pessimismo... ou de realidade!!! mas acho que agora dá pra eu deixar meus pés mais no chão... sem que eu precise usar sapatos mais pesados!!! hehehehehe bjo, mary!!! bjo, meninas!!! :***
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