segunda-feira, 23 de agosto de 2010

Latin Lover

Hoje é um dia muito especial, nosso BEST, Mateus Constancio completa ¼ de século, portanto, este post é dedicado a ele.

Para definir amizade podemos usar várias músicas, poemas e clichês, afinal nossa vida é feita de pessoas e poder confiar, dividir, rir, crescer, viajar, chorar com um amigo faz tudo valer a pena. Ter um amigo homem é fantástico, pois não há drama, tudo é simples e sincero; conseguimos entender mais desse universo masculino, desconstruímos algumas imagens, descobrimos que eles também sofrem, se apaixonam, traem, são traídos, têm inseguranças e medos. O amigo é a melhor companhia para ver um jogo de futebol, beber uma cerveja no boteco, ir para balada depois de um fora ou simplesmente para passar o sábado vendo TV de ressaca...

As pessoas se encontram, se conhecem e criam vínculos, o engraçado é que muitas vezes você tem alguém do seu lado, fazendo parte da sua rotina, do seu mundo, porém os laços são puramente cordiais, não há intimidade. Algumas cervejas depois da aula, churras na casa do Pedrão e, pronto, o seu colega de anos, torna-se seu mais querido amigo. O tempo passa, vem a faculdade, novos amigos, outra cidade, nova namorada, outro país, outras histórias e, apesar de todas as mudanças e reviravoltas da vida, a amizade supera o tempo e a distância, não se abala, mas se fortalece. O melhor de ter um amigo é apresentá-lo aos outros amigos, é fazer com que pessoas maravilhosas se conheçam e se gostem. E foi desse modo que a Maria convidou o Mateus para passar um feriado em São Paulo e ele conquistou a Gika e a Mari.

O Mateus é nosso príncipe, o amigo cheiroso, inteligente, charmoso e muito gato que adoramos ter ao nosso lado, porque ele tem um jeito único e americanense de ser que faz qualquer lugar (até mesmo a Vila Duca#*#) ser divertido. É impossível sairmos e não pensarmos nele, a sua ausência é sempre sentia, principalmente quando queremos apenas conversar.

Latin Lover, fazer parte da sua vida é um privilégio e esperamos comemorar I século inteiro ao seu lado, afinal precisamos te ensinar a dançar!!!

terça-feira, 3 de agosto de 2010

Releitura

Pensando sobre o outro post e conversando com amigos, achamos melhor fazer alguns comentários sobre o que havíamos dito, na verdade, queremos expor de forma mais clara todas as ideias escritas.

O texto começa com duas citações que nos fazem refletir a respeito dos nossos relacionamentos, afinal se ao sonhar “suavizamos o que nos é hostil”, será que também não fazemos isso quando estamos com alguém? Como assim?

Antes mesmo de começarmos um relacionamento temos um ideal, o tipo de pessoa que seria perfeita para nós, ou quase perfeita. Deste modo, trazemos isso no nosso subconsciente e ao conhecermos alguém fazemos uma “projeção” do nosso ideal. Moldamos a pessoa dentro na nossa cabeça segundo o que desejamos. Seria como uma ilusão, igual aquela dos sonhos, vemos apenas aquilo que queremos, “suavizamos aquilo que nos é hostil”. Isso não é loucura, quantos de nós já não passamos pela ilusão do outro? Talvez a magia do começo, o encantamento e a química física contribua para tudo isso, pois até conhecermos a pessoa de fato ela será o que desejamos, afinal todos criam expectativas em torno desse delicioso momento que é o começo. Muitas vezes essa ilusão é ainda maior e se estende ao relacionamento idealizado. Tudo bem, no início é um “mar de rosas”, os dois na mesma sintonia, mas em algum momento você irá acordar do sonho e o que havia sido “suavizado” se tornará real e “hostil”.

Nesse momento começam as frustrações. A culpa é de quem? Talvez de nenhum dos dois, afinal todos criamos e idealizamos, mas mesmo sendo a vítima idealizada sabemos que temos uma parcela de culpa, pois nem sempre somos sinceros e deixamos nos levar pelo sonho do outro. Muitas vezes só conseguimos ver o outro verdadeiramente quando nos afastamos, quando a relação acabou, então conseguimos ver de fato que ele/ela não era realmente “tudo isso”, o pior que nos sentimos enganados por algo que criamos. Não é difícil ser sincero, é fundamental para que o sonho não se torne um pesadelo.